Celeste Martins




Desde a adolescência, o artesanato mora em mim. Começou como passatempo, mas sempre me conectou com o que é feito à mão, com carinho, cuidado e também uma forma de me expressar.
Trabalho sozinha, em cada detalhe, desde a criação até o acabamento final.
Cada peça que vendo me ajuda a equilibrar as contas, mas mais do que isso, carrega a alegria de ver meu trabalho sendo reconhecido.
Os elogios que recebo e cada venda feita são o retorno mais bonito de tudo que coloco nas minhas criações.
Não é só sobre vender: é sobre tocar o outro com algo que saiu das minhas mãos.